O ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, "apertou a mão" ao seu homólogo palestiniano, membro do movimento radical Hamas, com quem se cruzou num hotel de Abu Dhabi, mas o encontro não teve qualquer significado diplomático.
Num comunicado enviado esta tarde às redacções, o gabinete de Freitas do Amaral considerou "abusiva qualquer tipo de interpretação política do sucedido".
Com teste tipo de mal-entendidos sucessivos, Freitas do Amaral arrisca-se a precisar de intérprete 24h por dia. Mário Soares também precisa, como todos sabemos…
Num comunicado enviado esta tarde às redacções, o gabinete de Freitas do Amaral considerou "abusiva qualquer tipo de interpretação política do sucedido".
Com teste tipo de mal-entendidos sucessivos, Freitas do Amaral arrisca-se a precisar de intérprete 24h por dia. Mário Soares também precisa, como todos sabemos…
2 comentários:
qdo a direita anda moribunda nâo consegue convencer os portugueses de que é melhor pega nestas gestos de boa educação para inventar factos políticos.
já agora de Carlos Encarnação a caminho da casa de banho cumprimentar o Vilar, vejam lá se ele não começa a ser difamado por ter negócios com alguém que foi constituido arguido.
disse
Cumprimentar um dirigente do Hamas é precisamente a mesma coisa que cumprimentar um dirigente de um qualquer partido Israelita.
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