terça-feira, maio 09, 2006

O Intérprete

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, "apertou a mão" ao seu homólogo palestiniano, membro do movimento radical Hamas, com quem se cruzou num hotel de Abu Dhabi, mas o encontro não teve qualquer significado diplomático.

Num comunicado enviado esta tarde às redacções, o gabinete de Freitas do Amaral considerou "abusiva qualquer tipo de interpretação política do sucedido".

Com teste tipo de mal-entendidos sucessivos, Freitas do Amaral arrisca-se a precisar de intérprete 24h por dia. Mário Soares também precisa, como todos sabemos…

2 comentários:

Anónimo disse...

qdo a direita anda moribunda nâo consegue convencer os portugueses de que é melhor pega nestas gestos de boa educação para inventar factos políticos.
já agora de Carlos Encarnação a caminho da casa de banho cumprimentar o Vilar, vejam lá se ele não começa a ser difamado por ter negócios com alguém que foi constituido arguido.
disse

Vítor Ramalho disse...

Cumprimentar um dirigente do Hamas é precisamente a mesma coisa que cumprimentar um dirigente de um qualquer partido Israelita.