A vigilância cívica que a nossa democracia tem estado sujeita desde o seu início tem a meu ver, sido o maior garante da estabilidade democrática.
Controlar a monstruosa criatura em que se tornaram os meios de comunicação em massas é um desafio! Hoje em dia, e cada vez mais, a política não se limita apenas à esfera partidária. Com o aperfeiçoamento das estruturas políticas e consequentes veículos informativos, a actividade partidária tornou-se mais dialogante, dinâmica, moderna e vigiada quer ao nível nacional, regional e local.
A informação é fulcral no que respeita à decisão e escolha dos direitos políticos consagrados, e é o garante do regime democrático. É o esclarecimento com o objectivo de contribuir para conhecer melhor um facto ou uma situação. Sem informação não há conhecimento de alternativas, sem conhecimento de alternativas o regime democrático é posto em causa.
A passagem da comunicação presencial ou pessoal para a comunicação mediada como a das actuais sociedades modernas implicou uma ampla e generalizada mediação das relações sociais. O que está agora em causa, é a forma e a medida da extensão, pelos media, dessas mesmas relações sociais.
Controlar a monstruosa criatura em que se tornaram os meios de comunicação em massas é um desafio! Hoje em dia, e cada vez mais, a política não se limita apenas à esfera partidária. Com o aperfeiçoamento das estruturas políticas e consequentes veículos informativos, a actividade partidária tornou-se mais dialogante, dinâmica, moderna e vigiada quer ao nível nacional, regional e local.
A informação é fulcral no que respeita à decisão e escolha dos direitos políticos consagrados, e é o garante do regime democrático. É o esclarecimento com o objectivo de contribuir para conhecer melhor um facto ou uma situação. Sem informação não há conhecimento de alternativas, sem conhecimento de alternativas o regime democrático é posto em causa.
A passagem da comunicação presencial ou pessoal para a comunicação mediada como a das actuais sociedades modernas implicou uma ampla e generalizada mediação das relações sociais. O que está agora em causa, é a forma e a medida da extensão, pelos media, dessas mesmas relações sociais.
Lucro
Não pondo em causa a obtenção de lucro por parte das empresas de comunicação social, sendo inclusivé saudável essa obtenção, o que me preocupa é que essa perseguição venha a pôr em causa a função social que deve estar sempre presente nos órgãos de comunicação social, a bem da informação e a bem da democracia.
Importante que ao lucro, esteja associado um serviço com qualidade, isenção, responsabilidade e irreverência, rejeitando o tablóide, onde a investigação assume papel preponderante.
(e já fugi... mas garanto que não fui ver o telejornal da TVI!!!)
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